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08/06/11 - MP e Celg assinam pedido de tombamento da Usina do Setor Jaó

O Ministério Público de Goiás e a Celg oficializaram hoje (8/6) o pedido de tombamento definitivo da Usina Hidrelétrica do Jaó como patrimônio histórico do Estado

Fonte: Ministério Público do Estado de Goiás

O Ministério Público de Goiás e a Celg oficializaram hoje (8/6) o pedido de tombamento definitivo da Usina Hidrelétrica do Jaó como patrimônio histórico do Estado. Destacando a importância da proposta, o procurador-geral de Justiça, Benedito Torres Neto, enfatizou que o imóvel foi fundamental para a construção da cidade de Goiânia, sendo a primeira usina a fornecer energia para a nova capital.

O presidente da Celg, José Eliton de Figuerêdo Júnior, ressaltou que o tombamento do local, assim como a criação do Museu da Energia, que deverá ser instalado na antiga casa de máquinas da usina, possibilitará a preservação da memória de eventos relativos à energia em Goiás. “Com este tombamento, temos a possibilidade de transferir às gerações futuras o valor da energia no Estado”, afirmou.

O coordenador do Centro de Apoio Operacional (CAO) do Meio Ambiente, Jales Guedes Coelho Mendonça, idealizador da proposta de tombamento, fez um resgate da importância histórica da usina. Ele, que é mestre e doutorando em História, afirmou que foi justamente a Usina do Setor Jaó que mostrou ao Brasil que Goiânia seria a nova capital do Estado. “Apesar de ter sido ameaçada de demolição total, manteve-se preservada parte da barragem da usina. Assim, é preciso cuidarmos desta relevante obra”, salientou.

O tombamento
Ney Borges, chefe de gabinete da Agência Goiana de Cultura Pedro Ludovico Teixeira (Agepel), explicou que, a partir do pedido, o processo segue para análise pelo Conselho de Cultura. A decisão, posteriormente, será encaminhada para assinatura do governador Marconi Perillo.

Representantes da Câmara Municipal de Goiânia no evento, os vereadores Agenor Mariano e Fábio Tokarski testemunharam a assinatura do documento. Mariano ressaltou ainda que o tombamento inicia na sociedade goianiense um sentimento de resgate da memória da cidade e a consequente valorização do patrimônio histórico. Tokarski, por sua vez, sugeriu ampliação do projeto para que contemple a estrutura de um centro de visitação ao Rio Meia Ponte.

Em seguida à assinatura do documento, o engenheiro José Anselmo Alves Pereira e a arquiteta Maria Cristina Japiassu, ambos da equipe técnica da Celg, apresentaram a maquete eletrônica do projeto de revitalização da antiga casa de máquinas da usina, que abrigará o acervo referente à implantação energia elétrica no Estado, no Museu da Energia. (Texto: Cristina Rosa - fotos: João Sérgio/ Assessoria de Comunicação Social do MP-GO)

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MP e Celg assinam pedido de tombamento da Usina do Setor Jaó

O Ministério Público de Goiás e a Celg oficializaram hoje (8/6) o pedido de tombamento definitivo da Usina Hidrelétrica do Jaó como patrimônio histórico do Estado

Por Ministério Público do Estado de Goiás

O Ministério Público de Goiás e a Celg oficializaram hoje (8/6) o pedido de tombamento definitivo da Usina Hidrelétrica do Jaó como patrimônio histórico do Estado. Destacando a importância da proposta, o procurador-geral de Justiça, Benedito Torres Neto, enfatizou que o imóvel foi fundamental para a construção da cidade de Goiânia, sendo a primeira usina a fornecer energia para a nova capital.

O presidente da Celg, José Eliton de Figuerêdo Júnior, ressaltou que o tombamento do local, assim como a criação do Museu da Energia, que deverá ser instalado na antiga casa de máquinas da usina, possibilitará a preservação da memória de eventos relativos à energia em Goiás. “Com este tombamento, temos a possibilidade de transferir às gerações futuras o valor da energia no Estado”, afirmou.

O coordenador do Centro de Apoio Operacional (CAO) do Meio Ambiente, Jales Guedes Coelho Mendonça, idealizador da proposta de tombamento, fez um resgate da importância histórica da usina. Ele, que é mestre e doutorando em História, afirmou que foi justamente a Usina do Setor Jaó que mostrou ao Brasil que Goiânia seria a nova capital do Estado. “Apesar de ter sido ameaçada de demolição total, manteve-se preservada parte da barragem da usina. Assim, é preciso cuidarmos desta relevante obra”, salientou.

O tombamento
Ney Borges, chefe de gabinete da Agência Goiana de Cultura Pedro Ludovico Teixeira (Agepel), explicou que, a partir do pedido, o processo segue para análise pelo Conselho de Cultura. A decisão, posteriormente, será encaminhada para assinatura do governador Marconi Perillo.

Representantes da Câmara Municipal de Goiânia no evento, os vereadores Agenor Mariano e Fábio Tokarski testemunharam a assinatura do documento. Mariano ressaltou ainda que o tombamento inicia na sociedade goianiense um sentimento de resgate da memória da cidade e a consequente valorização do patrimônio histórico. Tokarski, por sua vez, sugeriu ampliação do projeto para que contemple a estrutura de um centro de visitação ao Rio Meia Ponte.

Em seguida à assinatura do documento, o engenheiro José Anselmo Alves Pereira e a arquiteta Maria Cristina Japiassu, ambos da equipe técnica da Celg, apresentaram a maquete eletrônica do projeto de revitalização da antiga casa de máquinas da usina, que abrigará o acervo referente à implantação energia elétrica no Estado, no Museu da Energia. (Texto: Cristina Rosa - fotos: João Sérgio/ Assessoria de Comunicação Social do MP-GO)

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