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29/04/10 - Visita técnica do MP orienta atuação de articuladores para segunda etapa de recuperação do Córrego Seco

Fonte: Ministério Público Estadual de Goiás

Nerópolis – Com base nos dados obtidos pela perícia ambiental do Ministério Público, os articuladores sociais do Projeto Ser Natureza em Nerópolis puderam fazer, nesta terça-feira (27/4), a leitura de cenário para a segunda etapa de recuperação do Córrego Seco, que inclui propriedades da zona urbana com características rurais ao longo do curso d'água.

O mapeamento, feito a partir das informações repassadas pelo engenheiro ambiental Juber Amaral e articuladores, identificou as áreas degradadas, as que estão em bom estado, aquelas que contêm práticas inadequadas e as consideradas em estado de alerta. Toda representação foi concretizada em um mapa físico da área, cujas peças foram ilustradas com pequenas bandeirolas coloridas, de acordo com o grau de comprometimento ambiental existente.

A promotora de Justiça Elaini Cristina Trevisan e os articuladores deram início, então, às definições das estratégias para o trabalho, considerando as diversidades das situações verificadas e devem concluí-las no próximo dia 3 de maio.

Áreas de risco
Durante a reunião dos articuladores sociais, a promotora de Justiça foi procurada por uma moradora da zona urbana, lindeira ao Córrego Seco, para tratar de situações emergenciais que surgiram nas áreas que compõem a terceira etapa, prevista pelo Projeto Ser Natureza para recuperação do Córrego Seco.

Cleidimar Vargas de Oliveira, proprietária de um terreno que abriga duas casas e dois barracões na Rua Roberto Roncato, contou que, após as últimas chuvas, parte de seu terreno cedeu, o muro caiu e parte das edificações encontra-se em risco. Com a intenção de promover as ações necessárias para evitar o processo erosivo em curso, ela buscou a promotoria para esclarecer dúvidas, uma vez que os órgãos municipais a desaconselharam a realizar novas obras no local.

O perito ambiental Juber Amaral, que, em razão da vistoria, conhece a localização da propriedade de Cleidimar, explicou que o problema não atinge somente a moradora, mas também os proprietários que se encontram numa de extensão de pelo menos 500 metros nessa mesma região. Segundo ele, é preciso conter o processo antes das próximas chuvas, sendo indicada a construção de muros de gabião. “Essa é uma obra que tem um custo elevado e deve ser assumida pelo poder público, em razão do risco.”

O tema trazido ao conhecimento do grupo pela moradora será tema da próxima reunião. Até lá, articuladores visitarão a área para listar e fazer o registro fotográfico de outras propriedades na mesma situação relatada por Cleidimar, para a tomada de decisões. (Texto e fotos: Cristiani Honório /Assessoria de Comunicação Social)



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Visita técnica do MP orienta atuação de articuladores para segunda etapa de recuperação do Córrego Seco



Por Ministério Público Estadual de Goiás

Nerópolis – Com base nos dados obtidos pela perícia ambiental do Ministério Público, os articuladores sociais do Projeto Ser Natureza em Nerópolis puderam fazer, nesta terça-feira (27/4), a leitura de cenário para a segunda etapa de recuperação do Córrego Seco, que inclui propriedades da zona urbana com características rurais ao longo do curso d'água.

O mapeamento, feito a partir das informações repassadas pelo engenheiro ambiental Juber Amaral e articuladores, identificou as áreas degradadas, as que estão em bom estado, aquelas que contêm práticas inadequadas e as consideradas em estado de alerta. Toda representação foi concretizada em um mapa físico da área, cujas peças foram ilustradas com pequenas bandeirolas coloridas, de acordo com o grau de comprometimento ambiental existente.

A promotora de Justiça Elaini Cristina Trevisan e os articuladores deram início, então, às definições das estratégias para o trabalho, considerando as diversidades das situações verificadas e devem concluí-las no próximo dia 3 de maio.

Áreas de risco
Durante a reunião dos articuladores sociais, a promotora de Justiça foi procurada por uma moradora da zona urbana, lindeira ao Córrego Seco, para tratar de situações emergenciais que surgiram nas áreas que compõem a terceira etapa, prevista pelo Projeto Ser Natureza para recuperação do Córrego Seco.

Cleidimar Vargas de Oliveira, proprietária de um terreno que abriga duas casas e dois barracões na Rua Roberto Roncato, contou que, após as últimas chuvas, parte de seu terreno cedeu, o muro caiu e parte das edificações encontra-se em risco. Com a intenção de promover as ações necessárias para evitar o processo erosivo em curso, ela buscou a promotoria para esclarecer dúvidas, uma vez que os órgãos municipais a desaconselharam a realizar novas obras no local.

O perito ambiental Juber Amaral, que, em razão da vistoria, conhece a localização da propriedade de Cleidimar, explicou que o problema não atinge somente a moradora, mas também os proprietários que se encontram numa de extensão de pelo menos 500 metros nessa mesma região. Segundo ele, é preciso conter o processo antes das próximas chuvas, sendo indicada a construção de muros de gabião. “Essa é uma obra que tem um custo elevado e deve ser assumida pelo poder público, em razão do risco.”

O tema trazido ao conhecimento do grupo pela moradora será tema da próxima reunião. Até lá, articuladores visitarão a área para listar e fazer o registro fotográfico de outras propriedades na mesma situação relatada por Cleidimar, para a tomada de decisões. (Texto e fotos: Cristiani Honório /Assessoria de Comunicação Social)

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