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28/04/10 - Marginal Cascavel é só entulho

Fonte: Jornal O Popular

A Marginal Cascavel transformou-se em depósito de entulho em uma das regiões mais nobres de Goiânia. Aproveitando-se do abandono da avenida, cuja obra teve início há 18 anos e nunca foi concluída, carroceiros e possivelmente até empresas de recolhimento de resíduos da construção civil buscam o caminho mais curto para se desfazerem de suas cargas. A isso somam-se os buracos e erosões que já engoliram boa parte do asfalto da Marginal Cascavel e avançam para a base da ponte da T-63 e em direção a um condomínio de sobrados.

O POPULAR percorreu a viano fim da semana passada, entre a Avenida T-63, na divisa do Setor Bueno e do Parque Anhanguera, e as proximidades da Avenida T-9 e encontrou muito lixo e buracos. “Agora que as chuvas pararam é possível ver a extensão do estrago. A situação das erosões é muito preocupante”, diz o motorista Humberto Cavalcante, que mora no Parque Anhanguera e acompanha, preocupado, a situação. “É preciso que a Prefeitura avalie as condições da ponte (da Avenida T-63) e dessas construções no vale do Córrego Cascavel para sabermos se há risco”, pede a servidora pública Cristina de Oliveira, que mora no Jardim América.

O presidente da Agência Municipal de Obras (Amob), Francisco Almeida, diz que a Prefeitura deve começar nos próximos dias as obras de contenção de erosões em fundos de vales, não só do Córrego Cascavel, mas de outros, como Vaca Brava, Macambira e Anicuns, onde também problemas se intensificaram após o período de chuvas. Almeida não precisou quando as obras terão início, mas disse que elas devem durar todo o período seco. “Devemos fazer reparos de agora até setembro”, afirmou. As contenções serão feitas com terra e pedras, em uma técnica conhecida como enrocamento.

Almeida explica que a prioridade será para os locais onde há maior risco. “Já temos um levantamento de todas as áreas e agora os técnicos voltarão a esses locais para ver possíveis alterações e iniciaremos as obras de contenção”, garantiu. A estimativa do presidente da Amob é de gastar aproximadamente R$ 1 milhão para fazer as contenções de erosões, que são obras paliativas. No caso da Marginal Cascavel, a solução será sua reurbanização. O projeto está sendo desenvolvido para ser apresentado ao Ministério da Integração Nacional para inclusão no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

O presidente da Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma), Clarismino Luiz Pereira Júnior, pede a colaboração da população para que o órgão fiscalize a disposição inadequada de entulhos. Ele orienta quem flagrar uma situação dessas a anotar a placa do veículo e fazer a denúncia à Linha Verde da Amma (telefone 161).

Clarismino informa que a agência já treinou 29 novos fiscais aprovados no último concurso. Eles integrarão as 20 novas equipes que fiscalizarão lotes e resíduos. Um termo de ajustamento de conduta (TAC) firmado com o Ministério Público (MP) estadual prevê que os entulhos devem ser depositados no aterro sanitário de Goiânia, que está sendo ampliado. 



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Marginal Cascavel é só entulho



Por Jornal O Popular

A Marginal Cascavel transformou-se em depósito de entulho em uma das regiões mais nobres de Goiânia. Aproveitando-se do abandono da avenida, cuja obra teve início há 18 anos e nunca foi concluída, carroceiros e possivelmente até empresas de recolhimento de resíduos da construção civil buscam o caminho mais curto para se desfazerem de suas cargas. A isso somam-se os buracos e erosões que já engoliram boa parte do asfalto da Marginal Cascavel e avançam para a base da ponte da T-63 e em direção a um condomínio de sobrados.

O POPULAR percorreu a viano fim da semana passada, entre a Avenida T-63, na divisa do Setor Bueno e do Parque Anhanguera, e as proximidades da Avenida T-9 e encontrou muito lixo e buracos. “Agora que as chuvas pararam é possível ver a extensão do estrago. A situação das erosões é muito preocupante”, diz o motorista Humberto Cavalcante, que mora no Parque Anhanguera e acompanha, preocupado, a situação. “É preciso que a Prefeitura avalie as condições da ponte (da Avenida T-63) e dessas construções no vale do Córrego Cascavel para sabermos se há risco”, pede a servidora pública Cristina de Oliveira, que mora no Jardim América.

O presidente da Agência Municipal de Obras (Amob), Francisco Almeida, diz que a Prefeitura deve começar nos próximos dias as obras de contenção de erosões em fundos de vales, não só do Córrego Cascavel, mas de outros, como Vaca Brava, Macambira e Anicuns, onde também problemas se intensificaram após o período de chuvas. Almeida não precisou quando as obras terão início, mas disse que elas devem durar todo o período seco. “Devemos fazer reparos de agora até setembro”, afirmou. As contenções serão feitas com terra e pedras, em uma técnica conhecida como enrocamento.

Almeida explica que a prioridade será para os locais onde há maior risco. “Já temos um levantamento de todas as áreas e agora os técnicos voltarão a esses locais para ver possíveis alterações e iniciaremos as obras de contenção”, garantiu. A estimativa do presidente da Amob é de gastar aproximadamente R$ 1 milhão para fazer as contenções de erosões, que são obras paliativas. No caso da Marginal Cascavel, a solução será sua reurbanização. O projeto está sendo desenvolvido para ser apresentado ao Ministério da Integração Nacional para inclusão no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

O presidente da Agência Municipal de Meio Ambiente (Amma), Clarismino Luiz Pereira Júnior, pede a colaboração da população para que o órgão fiscalize a disposição inadequada de entulhos. Ele orienta quem flagrar uma situação dessas a anotar a placa do veículo e fazer a denúncia à Linha Verde da Amma (telefone 161).

Clarismino informa que a agência já treinou 29 novos fiscais aprovados no último concurso. Eles integrarão as 20 novas equipes que fiscalizarão lotes e resíduos. Um termo de ajustamento de conduta (TAC) firmado com o Ministério Público (MP) estadual prevê que os entulhos devem ser depositados no aterro sanitário de Goiânia, que está sendo ampliado. 

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