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30/12/09 - Reservatório do João Leite já subiu 17 metros

Generosas chuvas dos últimos dias influenciaram na rápida subida do nível da barragem do ribeirão João Leite

Fonte: MeiaPonte.Org

Uma boa notícia para os moradores de Goiânia e região metropolitana. As generosas chuvas dos últimos dias influenciaram na rápida subida do nível da barragem do ribeirão João Leite, que foi fechada há 19 dias, e desde então já atingiu cerca de 17 metros. São necessários mais 23 metros para que o lago atinja sua cota máxima. A previsão é que até o mês de Maio de 2010   o lago esteja completamente formado.

Segundo o diretor de engenharia da Saneago, Mário João de Souza, a formação do lago terá papel importante para garantir a mesma vazão de água do Ribeirão João Leite, inclusive no período da estiagem afastando assim o temor do racionamento devido a quantidade pequena de água que flui pelo rio nessa época.

No último dia 29/12 o governador Alcides assinou ordem de serviço para a construção do novo sistema de produção de água tratada do João Leite. Além da nova barragem, cujas obras foram iniciadas há 8 anos e recentemente foram concluídas,  o complexo é formado por uma estação de tratamento, estação de bombeamento e elevação, além de adutoras. O conjunto custará mais de R$ 183 milhões, obra paga com recursos do Tesouro Estadual, do BNDES, do BID e dos ministérios da Integração e das Cidades, via PAC. A previsão de execução é de 18 meses.

O Sistema João Leite é apontado pelos técnicos da Saneago como o projeto que garantirá o abastecimento de água da Região Metropolitana de Goiânia até o ano de 2025, e por esse motivo tem sido fonte de preocupação constante em relação a alguns problemas que podem vir a ocorrer, entre eles está o crescimento populacional, aliado a especulação imobiliária, a utilização do lago para fins recreativos, lançamentos de esgoto, agrotóxicos e a contaminação do lago pelas cianobactérias, ,algas típicas de ambientes de águas paradas com elevados níveis de matéria orgânica, que podem gerar toxinas altamente prejudiciais a saúde humana e que demandam mecanismos complexos para sua remoção, gerando altos custos para o tratamento da água bruta.

Foto: Ministério Público Estadual - GO

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Reservatório do João Leite já subiu 17 metros

Generosas chuvas dos últimos dias influenciaram na rápida subida do nível da barragem do ribeirão João Leite

Por MeiaPonte.Org

Uma boa notícia para os moradores de Goiânia e região metropolitana. As generosas chuvas dos últimos dias influenciaram na rápida subida do nível da barragem do ribeirão João Leite, que foi fechada há 19 dias, e desde então já atingiu cerca de 17 metros. São necessários mais 23 metros para que o lago atinja sua cota máxima. A previsão é que até o mês de Maio de 2010   o lago esteja completamente formado.

Segundo o diretor de engenharia da Saneago, Mário João de Souza, a formação do lago terá papel importante para garantir a mesma vazão de água do Ribeirão João Leite, inclusive no período da estiagem afastando assim o temor do racionamento devido a quantidade pequena de água que flui pelo rio nessa época.

No último dia 29/12 o governador Alcides assinou ordem de serviço para a construção do novo sistema de produção de água tratada do João Leite. Além da nova barragem, cujas obras foram iniciadas há 8 anos e recentemente foram concluídas,  o complexo é formado por uma estação de tratamento, estação de bombeamento e elevação, além de adutoras. O conjunto custará mais de R$ 183 milhões, obra paga com recursos do Tesouro Estadual, do BNDES, do BID e dos ministérios da Integração e das Cidades, via PAC. A previsão de execução é de 18 meses.

O Sistema João Leite é apontado pelos técnicos da Saneago como o projeto que garantirá o abastecimento de água da Região Metropolitana de Goiânia até o ano de 2025, e por esse motivo tem sido fonte de preocupação constante em relação a alguns problemas que podem vir a ocorrer, entre eles está o crescimento populacional, aliado a especulação imobiliária, a utilização do lago para fins recreativos, lançamentos de esgoto, agrotóxicos e a contaminação do lago pelas cianobactérias, ,algas típicas de ambientes de águas paradas com elevados níveis de matéria orgânica, que podem gerar toxinas altamente prejudiciais a saúde humana e que demandam mecanismos complexos para sua remoção, gerando altos custos para o tratamento da água bruta.

Foto: Ministério Público Estadual - GO

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